A necessidade de políticas relativas à redação científica/técnica e à utilização da IA generativa
Como consultor em patentes, vi em primeira mão como a inteligência artificial (IA) generativa é revolucionária. Quando empregada corretamente, essa tecnologia tem o potencial de aumentar a produtividade e permitir uma geração de conteúdo mais rápida.
Este artigo da IEEE Spectrum destaca a necessidade de equilibrar o potencial da IA com a integridade da investigação. Além disso, enfatiza que a colaboração entre académicos, editores e formuladores de políticas é essencial para o desenvolvimento de estruturas globais e ferramentas de deteção de IA, e que esses esforços são necessários para garantir que a IA aumente a inteligência humana sem comprometer o pensamento crítico. Considerações paralelas para a elaboração de patentes são necessárias para manter a integridade e a qualidade.
A escrita científica está numa fase crucial, impulsionada pela inteligência artificial como um fator disruptivo e facilitador. Académicos, editores e decisores políticos estão a tentar ponderar o valor do uso responsável da IA para aumentar a produtividade versus arriscar a integridade e o propósito da comunicação académica. Neste contexto, o uso responsável da tecnologia na escrita científica diz respeito ao emprego de ferramentas de IA de forma a manter a integridade, a transparência e os padrões éticos da comunicação académica...
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É necessário um esforço unificado dentro da comunidade académica para garantir que a IA na escrita científica seja utilizada de forma responsável para melhorar o pensamento crítico, e não para substituí-lo. Este conceito está alinhado com a visão mais ampla da inteligência artificial aumentada, defendendo a colaboração entre o julgamento humano e a IA para o desenvolvimento ético da tecnologia e aplicando os mesmos princípios à escrita científica.
